CVG-RJ debate porvir do seguro de Vida em Grupo no Brasil

O Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) vai receber a RGA Global Insurance, no dia 5 de setembro, para falar sobre o porvir do mercado de Vida em Grupo no país.

O CEO da companhia no Brasil, Ronald Poon Affat, vai expor a edição de 2018 da pesquisa acerca do segmento, principalmente no que diz respeito ao canal empregado-empregador.

As inscrições para participar são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone (21) 2203-0393 ou pelo e-mail [email protected]

Serviço |

Café da Manhã com a RGA Global Insurance

Data: 5 de setembro de 2018

Horário: 10h

Endereço: Rua da Quitanda, 159, 12º andar, Centro, Rio de Janeiro

O papel social das empresas na violência contra a mulher

 

Por Heloisa Macari

A mulher na sociedade

Heloisa Macari é sócia-diretora da área de compliance na consultoria global Protiviti e professora de ética e compliance na Fundação Instituto de Administração (FIA)

No mês em que a Lei Maria da Penha completa 12 anos, o homicídio de mulheres torna-se pauta cada vez mais presente nas discussões sobre a preservação da vida. Ainda que as organizações não sejam diretamente responsáveis pela redução das estatísticas, todas podem ter papel relevante na conscientização geral e no resguardo de possíveis vítimas.

Ainda que os casos de violência contra a mulher tenham ganhado ótica jurisprudente, as estatísticas e acontecimentos recentes demonstram que, mesmo com o amparo da lei criada para proteger as mulheres vítimas de violência, elas seguem sendo as grandes vítimas nas narrativas de violência e homicídio. No Brasil, são registrados mais de 600 casos de violência doméstica por dia. Toda semana, pelo menos 20 brasileiras são mortas, vítimas de feminicídio.

São inúmeros os casos divulgados pelas grandes mídias e tantos outros que não ganharam notoriedade. O ano de 2018 foi marcado pelo assassinato de Marielle Franco e, mais recentemente, pelo caso de Tatiane Spitzner, encontrada morta após cair da sacada de seu apartamento, no Paraná.

Segundo o Atlas da Violência, divulgado no segundo semestre de 2018, somente em 2016, 4.645 mulheres foram assassinadas no País – o que representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. Ainda de ajustamento com o Atlas da Violência, em dez anos observou-se um aumento de 6,4% nos casos de homicídio de mulheres.

Embora a questão pareça distante do mundo corporativo, os dados sobre a violência doméstica também têm impacto altamente negativo na economia. Segundo pesquisas da Universidade Federal do Ceará e do Instituto Maria da Penha, as vítimas perdem, em média, 18 dias de trabalho ao ano apenas por consequência direta das agressões sofridas. As consequências na carreira destas mulheres envolvem menor estabilidade, menos tempo de permanência em seus cargos e, também, menor produtividade.

A comoção pública manifestada frente aos acontecimentos dá sinais de que a violência contra a mulher está deixando de ser naturalizada. Assim, se a legislação e as políticas públicas ainda não mostram-se verdadeiramente eficazes no combate às violências de gênero, achar alternativas para educar, difundir direitos e conscientizar sobre a necessidade do aprimoramento dos mecanismos de enfrentamento é medida crucial para contribuir com a preservação de vidas.

O dever da iniciativa privada

Uma organização é composta por pessoas. Assim, gêneros, classes sociais, crenças e vivências completamente distintas se misturam, dando origem à realidade de cada colaborador. Ainda que não haja responsabilidade direta, uma empresa pode tornar-se grande agente na metamorfose pessoal de cada um através da disseminação de orientações e do oferecimento de suporte, contribuindo positivamente não somente no ambiente de trabalho como, também, nas questões vividas externamente, fora do espaço da organização.

São poucas as empresas que olham para o que acontece além das suas instalações, principalmente quando o assunto refere-se à violência contra as mulheres. Porém, na contramão desta realidade, grandes empresas referências em inclusão e diversidade já mostram-se atentas ao tema e, assim, vêm criando estruturas internas de proteção à mulher. As medidas desvendam cada vez mais qual o papel da iniciativa privada na mitigação dos casos.

A principal preocupação das companhias engajadas no combate à violência de gênero é a de que suas colaboradoras sejam vítimas do feminicídio, tendo suas vidas interrompidas por omissão de toda uma sociedade.

Sabe-se que algumas empresas passam a contar com a terceirização especializada de canais de denúncias para criar linhas de comunicação internas voltadas para esses casos. Com o objetivo de estimular as mulheres na manifestação de ocorrências pessoais, os canais garantem segurança e integridade física e mental, apoiando, capacitando e fortalecendo as colaboradoras.

Como medida complementar a ser adotada pelas organizações, pode-se, também, considerar a implementação de treinamentos direcionados a todo o público relacionado à empresa.

Às colaboradoras, entendimento das leis que explicitam seus direitos e treinamentos de comportamento preventivo são alternativas para disseminar um conhecimento que pode servir como base no resguardo de suas integridades. Aos colaboradores, esclarecimento sobre os dados estatísticos relacionados à violência contra a mulher e ao feminicídio, além do estímulo para ações diárias que podem fazer a diferença na redução dos casos contra as mulheres.

E a sua empresa, tem olhado para as colaboradoras de modo a oferecer suporte que auxilia na mitigação dos casos de violência contra a mulher? Como sua organização tem feito o melhor papel social que pode fazer?

Porto Seguro registra crescimento em seguro para câmeras fotográficas

Camera Antiga

A contratação do seguro para câmeras fotográficas da Porto Seguro cresceu mais de 10% no primeiro semestre de 2018, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Apesar do aumento, muitas pessoas ainda não conhecem a existência desta proteção.

Os equipamentos portáteis, além de ferramentas de trabalho, são por vezes investimentos valiosos e pensando nos riscos do dia a dia, a Porto Seguro desenvolveu um produto que oferece proteção para seus equipamentos e tranquilidade para você que é amante de fotografia, profissionais autônomos ou empresas do setor de fotografia e imagem.

O produto é personalizado e oferece cobertura para danos físicos (ocasionados por acidente, incêndio, queda de raio, impacto de veículos ou na tentativa de roubo); subtração do bem; danos elétricos (causados por descargas elétricas, oscilações de energia e curtos circuitos); danos por água ou líquido (provocados de maneira acidental e involuntária por água ou qualquer substância líquida).

Além disso, oferece a garantia internacional, que estende a garantia contratada para ocorrências fora do Brasil e perda ou pagamento de aluguel, reembolso ao locatário ou pagamento do valor do aluguel ao proprietário do equipamento para danos cobertos. “Antes de viajar ou após adquirir os equipamentos, é relevante assegurar, além dos equipamentos, seus acessórios também, que podem chegar a custar até mais que a própria câmera fotográfica”, explica Jarbas Medeiros, Superintendente de Ramos Elementares da Porto Seguro.

Confira algumas dicas para proteger o equipamento:

Capas de proteção – Além de evitar arranhões, as capas de proteção podem impedir que as peças internas do aparelho sejam danificadas em casos de batidas e, até mesmo, em casos de quedas.

Cuidados ao viajar – Seja em trajetos de ônibus ou avião, evite despachar seus equipamentos. Leve-os na bagagem de mão, sempre com você.

Cuidados redobrados na praia – A praia é a vilã dos equipamentos eletrônicos: sol, calor, água, areia, maresia e muitas pessoas em um mesmo lugar. Ao levar o aparelho para a praia, mantenha- na sombra quando possível. Use as cordinhas de pescoço na hora que estiver com o equipamento fora da capa.

Atenção com bolsas e mochilas – Sempre verifique se sua bolsa ou mochila estão devidamente fechadas. Mantenha-as junto ao corpo, principalmente em locais com grande aglomeração de pessoas.

Fonte: Assessoria

Pedro Gutemberg é o novo Diretor Comercial de Massificados da Seguros SURA

 

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Pedro Gutemberg, Seguros SURA

A Seguros SURA, empresa latina presente em 9 países e uma das maiores seguradoras da região, acaba de contratar Pedro Gutemberg como Diretor Comercial de Massificados da empresa. O executivo assume a diretoria que responde pelas frentes de Afinidades (com foco em Varejo, Utilities e Cartões), Licitações, além de Novos Canais. “Venho com o desafio de seguir desenvolvendo nossas parcerias, buscando crescimento rentável do portfólio, ratificando nosso compromisso e busca de relações sustentáveis de longo prazo”, afirma Gutemberg.

De ajustamento com Cristiano Saab, Vice-presidente de Canais, Vendas & Subscrição da Seguros SURA, a chegada do executivo marca uma nova fase para Massificados. “Devemos continuar perseguindo o objetivo de ter uma visão de canais diferenciados, sem deixar de manter a solidez das nossas principais soluções que são Roubo e Furto de Portáteis e Garantia Estendida”, explica Saab.

Graduado em Publicidade e Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA Executivo pelo Ibmec Business School, o executivo tem treze anos de experiência no setor de Seguros, especialmente na área de Afinidades, e registra passagens por empresas como QBE Brasil Seguros, comprada recentemente pela Zurich.

Fonte: Assessoria

Princípios do seguro e temas polêmicos do STJ foi tema de evento

 

acessores-reunidosNo último dia 15, a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) promoveu um debate sobre “Princípios do seguro e temas polêmicos do STJ”. O intuito foi colocar em discussão o contrato do seguro, o PLC nº29/2017, algumas jurisprudência do STJ, súmulas em desacordo com a boa doutrina securitária e o reajuste dos prêmios e contribuições.

Maurício Gravina, advogado, professor e doutorando em Direito Mercantil pela Universidade de Leon – Espanha, colocou em questão alguns princípios jurídicos do Contrato do Seguro, “para que o seguro seja legítimo é necessário que tenha um risco, que o risco seja preexistente. Existem algumas exceções, por exemplo, no seguro de transporte se contrata uma apólice sem ter ideia do que será transportado durante o mês, mas mesmo dessa forma a companhia sabe do que se trata, sabe que existe o risco. Não existe contrato sem causa”.

O advogado César Peixoto expôs em sua apresentação a problemática acerca do reajuste das contribuições securitárias e previdenciárias em decorrência da mudança de faixa etária. “Quanto maior a idade, maior o risco, portanto maior o valor da contribuição e essa é uma lógica que não tem como fugir. Todavia, esses cálculos e progressões precisam ser revistos de tempo em tempos tomando várias conjecturas, considerando o envelhecimento médio do grupo segurado, mas principalmente pelo grande aumento da expectativa de vida da população”, explica Peixoto.

Representando a Academia, Voltaire Marensi discutiu as recentes súmulas do STJ e o PLC nº 29/2017. Para Voltaire, o direito deve ser justo, mas acima de tudo deve estar em perfeita sintonia com os princípios jurídicos que consagram práticas e regras, e que interage com instituições consolidadas ao longo de muitos anos.

O presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos, que mediou do debate, finalizou enfatizando: “Tivemos um evento de muita qualidade e de grandes e precisas exposições. Agradecemos a presença de excelentes palestrantes e de uma audiência muito qualificada”.

A programação foi organizada por Voltaire Giavarina Marensi, Coordenador da Cátedra de Direito do Seguro da ANSP, e Edmur de Almeida, Diretor de Fóruns Acadêmicos da Academia e Coordenador das Comissões de Seguros de Crédito, Garantia e Fiança Locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR A abertura do evento ficou a cargo de Rafael Ribeiro do Valle, diretor de Comunicações da Academia.

Fonte: Assessoria

Cursos EAD preparam para exames em diversos segmentos trabalhistas

 

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Foto: freepik

A Escola Nacional de Seguros oferece cursos na modalidade de Ensino a Distância (EAD) que preparam os candidatos que irão prestar o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros ou os Exames para Certificação Técnica. As aulas acontecem integralmente em ambiente virtual e contam com material didático e acompanhamento pedagógico.

Os cursos preparatórios aos Exames para Certificação Técnica estão disponíveis para funcionários de corretoras e de seguradoras, nas áreas de Atendimento ao Público e Venda Direta. Para funcionários de seguradoras também é possível se inscrever em Atendimento ao Público e Regulação e Liquidação de Sinistros.

Já para quem pretende ingressar no setor de intermediação fazendo o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros as opções são: Capitalização; Vida e Previdência; Demais Ramos; Capitalização e Vida e Previdência; e Todos os Ramos do Seguro.

A carga horária e o investimento dos cursos variam de convênio com a área e o segmento escolhido. Mais informações e inscrições podem ser encontradas no ens.edu.br.

 

Susep indeferiu mais de 11 mil pedidos de recadastramento

bandeira Susep

Já chega a 11.724 o número de pedidos de recadastramento de corretores de seguros, pessoas físicas, indeferidos pela Susep. É o que indica o último levantamento feito pelo Ibracor, divulgado no dia 9 de agosto. Esse número representa 20,7% do total de 56.680 processos analisados até agora pela autarquia.

O Ibracor divulgou ainda que 44.372 pedidos de recadastramento de corretores de seguros foram aprovados até agora.

Os corretores que tiverem seus processos indeferidos estão, automaticamente, sem registro profissional e assim permanecerão até que regularizem sua situação na autarquia, o que deve ser feito através de uma nova solicitação de recadastramento por meio do seguinte endereço eletrônico: clique aqui!

Além disso, 202 processos ainda estão em “em exigência”, “exigência preliminar” ou “revisão segunda exigência” e 235 não foram finalizados pelos próprios corretores de seguros.

Para os casos de pedidos não finalizados, o Ibracor recomenda que os profissionais nessa situação verifiquem se está correto o preenchimento dos dados nos campos indicados. Feito isso, basta clicar em salvar o cadastro e verificar o recebimento de dois e-mails da Susep.

O primeiro e-mail informará o número do seu pedido e o segundo e-mail trará um link, no qual o solicitante deverá clicar para realizar a confirmação do seu pedido e poder continuar com o processo.

A não finalização do pedido, no prazo de até 60 dias, acarretará o cancelamento da solicitação, conforme prevê a Circular 552/17 da Susep.

Para mais informações, os corretores podem consultar as Circulares 552/17 e 558/17 da Susep, o Portal do Ibracor e os Sindicatos filiados à Fenacor, ou ingressar em contato nos telefones disponibilizado pela Susep (21- 3233-4146 e 3233-4045) e Ibracor (21-3509-7070)

Fonte: Fenacor

Fiat lança nova versão esportiva para o Mobi, a VeloCITY

O mercado automotivo é repleto de surpresas e atualizações constantes nos portfólios de veículos. E dessa vez, a montadora italiana Fiat, ao lançar a linha 2019 do Mobi, o automóvel mais em conta da marca com versões a partir de R$32 mil, anunciou que o subcompacto vai receber uma edição esportiva chamada de VeloCITY.

Nova versão do Mobi - frente

O Mobi foi lançado pela Fiat como uma inovação na categoria de subcompactos, um novo conceito que alinha praticidade, modernidade e tecnologia. Em seu lançamento havia apenas três versões: Easy, Like e Way. Mas, com as atualizações e lançamentos, a Drive chegou e, em breve, entrará como opção a VeloCITY.

Desde a estreia, o Mobi foi um veículo bem aceito pelo público da Fiat, mesmo com a saída do Palio e outros modelos da montadora. Fazendo um comparativo, em 2018, até o fim do mês de julho, foram vendidas 28.501 unidades, uma média de 4.072 por mês. Já o Palio, veterano de 22 anos de mercado, no mesmo período do ano de 2017, vendeu ao todo 15.281 unidades, cerca de 13 mil a menos que o Mobi, segundo dados da Fenabrave.

Para ampliar o portfólio do Mobi, será lançado uma versão esportiva do automóvel. A mudança será apenas no visual, pois a motorização é a mesma de outras versões: motor 1.0 flex com 77 cv de potência.

Devido a mudança ser apenas no visual, o VeloCITY não virá com um valor tão elevado comparado as outras versões. Mas, independentemente do modelo, o Mobi não pode andar pelas ruas sem seguro.

Falando um pouco mais do Mobi VeloCITY, já foram divulgadas informações sobre o veículo. Confira todas as mudanças que o automóvel teve em seu visual e preço.

Novidades no Mobi VeloCITY

Visual

Nova versão do Mobi - traseira

A carroceria e motorização base é da versão Drive, mas, no VeloCITY, os itens da Mopar foram colocados para deixar a aparência mais esportiva. O automóvel terá a cor grafite aplicada no teto e nas rodas de liga leve com aro 14, destoando da cor da carroceria que vão estar disponíveis como Branco Alaska e Vermelho Alpine. Também faz parte do kit da Mopar faróis de neblina e retrovisores com cor mais escura.

Interior

Velocity - Interior - detalhes da camera traseira

Em seu interior também houve mudanças: o acabamento conta com um tecido mais sombrio em algumas regiões.

No quesito acessibilidade e tecnologia, agora o retrovisor possui uma pequena tela para exibir imagens da câmera de ré e também sensor de estacionamento na traseira, além de travas e vidros elétricos.

Preço

valores dos modelos Mobi

O VeloCITY é baseado na versão Drive, e a Fiat declarou que se um cliente incluísse todos os itens citados anteriormente, haveria um reajuste de cerca de R$5 mil a mais. Mas, como os adicionais serão incluídos em uma versão de série especial, há um desconto de 50%.

Sendo assim, ele chega nas concessionárias por R$44.990, praticamente o valor da versão de entrada do Argo, automóvel que é uma categoria acima do Mobi.

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Seguro Notícias » Ramo Patrimonial cresceu 8%, diz Fenacor

 

Imóveis em São Paulo | Foto: Reprodução | Google Street View

O estudo “Análise Estatística – Fenacor”, que analisa a evolução mensal do mercado de seguros brasileiro, com enfoque no desempenho dos estados e regiões, com base em dados oficiais da Susep, indica que, até junho, o seguro de automóvel teve uma evolução positiva, com uma variação de 7% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Essa variação está acima das taxas de inflação para o período. “O crescimento está distribuído entre todas as regiões do país”, revela o consultor Francisco Galiza, responsável pelo estudo.

Segundo ele, os seguros patrimoniais se destacaram, com avanço da ordem de 8%. Em destaque, a região Sudeste, com aproximadamente 70% do total da receita desse segmento.

Galiza diz ainda que o faturamento total do setor de seguros subiu 6% até junho, variação que foi influenciada pelo seguro DPVAT. “Quando excluímos a receita desse ramo de seguro, esse percentual sobe para 9%. Isso porque, neste ano, assim como no exercício de 2017, houve um ajuste negativo nos prêmios do seguro DPVAT, conforme determinação do governo federal, daí essa diferença de três pontos percentuais”, explica, acrescentando que a análise não considera o segmento VGBL.

O Sudeste manteve, com folgas, a liderança do setor, gerando o equivalente a 60% da receita global acumulada de janeiro a junho.

Fonte: Fenacor

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