5 recomendações para tratar a gripe em crianças

Como pais, é muito relevante saber como tratar a gripe em crianças. Embora seja uma afecção popular e muitas vezes recorrente, é fundamental tratá-la de maneira especial, uma vez que as crianças correm alto risco de desenvolver complicações como bronquite ou pneumonia.

A doença geralmente aparece com mais assiduidade no inverno, principalmente quando a criança frequenta a escola ou a creche. Durante este período, suas funções imunológicas ficam mais fracas e suscetíveis ao ataque dos vírus que estão no ambiente.

Por isso, é relevante aprender a reconhecer a doença e adotar alguns hábitos que facilitem seu tratamento. Como sabemos que nem todo mundo sabe como agir, a seguir queremos rever seus principais sintomas e algumas recomendações de tratamento.

Quais são os sintomas da gripe em crianças?

As manifestações clínicas da gripe em crianças podem variar dependendo da gravidade da doença. Muitas vezes, seus primeiros sinais são confundidos com um resfriado popular, porque eles tendem a ser semelhantes. No entanto, neste caso, a criança tem febre moderada ou alta, além de tosse e dor de garganta.

A gripe em crianças costua dar febre

Outros sintomas comuns são:

  • Dor de cabeça;
  • Tosse produtiva;
  • Calafrios e dores musculares;
  • Sensação de cansaço;
  • Nariz escorrendo e entupido;
  • Dor abdominal;
  • Diarreia e vômito;
  • Chiado ao respirar;

Por que as crianças contraem a gripe com mais facilidade?

O vírus da gripe se espalha através de pequenas partículas que são expelidas de pacientes doentes através da tosse, fala ou espirros. Também é possível que o contágio ocorra através do contato com objetos contaminados, como brinquedos.

As crianças pequenas são ótimas transmissoras dessa doença, porque quando infectadas, elas eliminam uma grande quantidade de vírus durante mais tempo do que um adulto. Além disso, elas estão mais expostas aos fatores de risco da infecção, pois frequentam creches, compartilham brinquedos e utensílios e não costumam ter hábitos de prevenção como lavar as mãos.

Recomendações básicas para tratar a gripe em crianças

Na maioria dos casos, basta seguir uma série de dicas básicas para tratar a gripe em crianças. Embora qualquer sinal de complicação deva ser atendido por um médico, geralmente há pequenas medidas que aceleram seu processo de recuperação em residênciaTome nota!

1. Repouso em residência

Devido ao risco de contágio envolvendo a gripe em crianças, é melhor mantê-la em repouso em residência, pelo menos até você notar uma melhora. Além disso, é fundamental que a criança descanse adequadamente para reduzir a carga sobre o sistema imunológico.

Confira Como se cuidar em residência quando você tem gripe 

A gripe em crianças costuma dar sono

Sugestões

  • Evite levá-la para a creche ou escola por pelo menos dois ou três dias.
  • Incentive-a a ficar na cama ou no sofá, pois isso facilita a sua recuperação. Você pode propor que ela assista a um filme ou leia um livro.

2. Forneça bastante líquido

Aumentar o consumo de líquidos é crucial para acelerar a recuperação da gripe. Como a febre pode levar à desidrataçãoé fundamental que as crianças consumam líquido várias vezes ao dia.

Sugestões

  • Se a criança não estimar de beber água, opte por administrar infusões ou sucos naturais.
  • Você também pode preparar um caldo de galinha com legumes, que é revitalizante.

3. Controle os incômodos

O mal-estar geral e as dores de cabeça podem ser aliviados com medicamentos de venda livre, como paracetamol ou ibuprofeno. No entanto, no caso de crianças pequenas, estes só devem ser administrados seguindo as recomendações médicas.

Sugestões

  • Evite abusar dos medicamentos.
  • Pergunte ao médico sobre a possibilidade de dar à criança uma vacina contra a gripe.
  • Evite o uso de aspirina em crianças pequenas, a menos que tenha sido indicado pelo médico.

4. Faça lavagens nasais

Quando o congestionamento for grave e ficar difícil para a criança respirar, a aplicação de lavagens nasais pode facilitar a passagem de ar. Esses remédios ajudam a remover o excesso de muco nos dutos, além de acalmarem a irritação.

Sugestões

  • Adquira uma solução salina na farmácia ou prepare-a com água fervida e sal.
  • Use uma seringa para facilitar sua aplicação no nariz.

5. Prepare remédios caseiros

Considerando que o uso excessivo de medicamentos é desencorajado, uma boa opção para cuidar da gripe em crianças são os remédios caseiros. Estas fórmulas tradicionais combinam ingredientes antivirais e anti-inflamatórios que ajudam a reduzir os sintomas respiratórios.

Não deixe de ler: 5 classes de chás e seus benefícios para a saúde

Chá para tratar a gripe em crianças

Sugestões

  • Para reduzir a tosse e o congestionamento, prepare uma mistura de mel e limão.
  • Em caso de dificuldades respiratórias, faça vaporizações com água e eucalipto.
  • Use óleos essenciais relaxantes para massagear o peito e as costas.
  • Uma infusão de tomilho com mel pode reduzir a tosse e problemas brônquicos.

Como você pode ver, para tratar a gripe em crianças, você deve aplicar apenas algumas medidas fáceis e eficazes. Quase nunca é necessário solicitar intervenção médica. No entanto, se a febre for alta ou se houver sinais de infecção grave, é melhor ir a uma emergência.

Presidenciáveis miram servidores públicos para executar ajuste fiscal

Propostas e declarações dos presidenciáveis colocaram as entidades sindicais dos servidores públicos em estado de alerta. Os candidatos expõem a categoria como alvo de medidas de retirada de privilégios para fazer ajuste fiscal. Entre os temas polêmicos, está a reforma da Previdência.

Seja quem for o eleito, as organizações dos trabalhadores do funcionalismo avaliam que o próximo ano promete fortes embates entre o governo e a categoria. O próximo presidente vai ter de enfrentar um grupo organizado e com uma forte bancada no Congresso, considerada uma das maiores: 289 deputados. Esse número tem 32 parlamentares a mais do que a maioria absoluta da moradia. E com chances de aumentar na próxima legislatura

A eliminação de privilégios ou até mesmo a ameaça a direitos previdenciários de servidores é considerada uma ameaça presente. Na quinta-feira passada (13), a preocupação ficou explícita na manifestação de um grupo de servidores, com faixas abertas, em protesto, do lado de fora do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), na posse do novo presidente, o ministro Dias Toffoli.

Para o diretor da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Pedro Lopes, a atuação será necessária para evitar a supressão de direitos. “De Haddad a Bolsonaro, estamos prevendo um ano difícil”, disse Lopes, com base na posição dos candidatos mais bem avaliados nas pesquisas de intenção de voto: Jair Bolsonaro (PSL), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB).

De ajustamento com o secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Sérgio Ronaldo, haverá rota de colisão imediata, caso o próximo Executivo encaminhe suas propostas contra a categoria. “Não aceitaremos responsabilizar servidores pelas crises econômicas que vive o País”, advertiu. “ Vamos fazer muito barulho. Inclusive, a intenção é a ampliar a nossa bancada agora para estabelecer outros canais de conversa ou fazer antítese, se for o caso”, apontou.

Entre os sindicalistas, se necessário, haverá greve para forçar o Congresso e o próximo presidente a derrubar a medida provisória que adia, de 2019 para 2020, o reajuste salarial da categoria, que está no orçamento enviado ao Congresso.

Medidas

Até mesmo o PT, que já teve no sindicalismo dos servidores um de seus grandes redutos, defende medidas para combater, na ponta dos gastos, “privilégios previdenciários incompatíveis com a realidade da classe trabalhadora brasileira”, sem detalhar quais seriam.

A legenda propõe uma unificação nos regimes dos servidores públicos para aproximá-los do regime dos trabalhadores da iniciativa privada. “O governo buscará a convergência entre os regimes próprios da concórdia, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios com o regime geral”, diz o plano de governo do partido.

Bolsonaro passou a admitir o corte de privilégio por orientação do seu guru econômico, Paulo Guedes, que prega a redução das despesas do Estado além de amplo programa de privatizações. Mas quer mudanças previdenciárias gradativas. “É um remendo de aço numa calça podre”, disse, referindo-se à proposta da Previdência da gestão Michel Temer, que teve a tramitação adiada por falta de apoio. Mais incisivo foi o candidato do MDB, Henrique Meirelles, que chegou a pregar o congelamento dos salários dos servidores por quatro anos.

Salários e mordomias

Para a candidata da Rede, ex-senadora Marina Silva, “o problema [dos gastos públicos] tem de ser atacado com uma reforma mais ampla do Estado, que abranja os Três Poderes e retire as brechas da lei que permitem salários superiores ao teto do funcionalismo, como o auxílio-moradia”. “Há que estudar em detalhe para identificar distorções e reduzi-las gradualmente.”

O entendimento de que é necessário cortar despesas com funcionários públicos para evitar desperdícios também está no programa de Geraldo Alckmin, que promete combater “mordomias”. “É justo que o trabalhador popular se aposente ganhando um máximo de R$ 5 mil enquanto o servidor público recebe R$ 40 mil, R$ 50 mil? Quem quiser se aposentar com R$ 30 mil terá que pagar por isso”, recomenda o programa do tucano.

Ciro Gomes concorda com cortes de privilégios aos servidores, mas registra que “os gastos com investimentos, saúde e educação deverão ser preservados”. O candidato pedetista, criticou recentemente o reajuste de 16% a juízes federais e servidores públicos da concórdia, em meio à crise fiscal.

“Não é que o salário seja grande. Eu acho que juiz tem que receber salários decentes, os maiores possíveis e, acho, francamente, uma ‘impostura’ ficar falando mal de salário” disse Ciro. “Eu estou falando é da ocasião”, completou.

Fonte: DCI

Datafolha mostra tendências para a eleição

O instituto Datafolha divulgou, na última sexta-feira, uma nova pesquisa de intenção de votos para presidente da República. Jair Bolsonaro oscilou positivamente (de 24% para 26%), Ciro Gomes manteve o patamar anterior (de 13%), Fernando Haddad teve novo crescimento expressivo (de 9% para 13%), Geraldo Alckmin oscilou negativamente (de 10% para 9%), e Marina Silva teve nova queda (de 11% para 8%). O instituto foi a campo na quinta e sexta-feira, 13 e 14 de setembro. É a terceira pesquisa publicada pelo instituto desde o início da campanha, o que permite identificar tendências e traçar algumas previsões.

O cenário diagnosticado pela pesquisa ajuda a deixar mais clara a disputa presidencial de 2018. O período de coleta de dados foi fator positivo tanto para Bolsonaro (em razão da repercussão de uma cirurgia de emergência na quarta-feira à noite) quanto para Haddad (lançado oficialmente candidato do PT na terça-feira), mas não parece ser suficiente para explicar os resultados obtidos. Convém ressaltar a redução do não voto (brancos/nulos/indecisos) à medida que a campanha avança – hoje, está abaixo de 20%, em trajetória de queda.

ATÉ O MOMENTO, BOLSONARO CONSOLIDADO

Bolsonaro passa por um processo de consolidação dos seus votos. Ele teve novo avanço na pesquisa espontânea, passando de 20% para 22%, bastante próximo ao patamar atingido na pesquisa estimulada (26%). Além disso, três quartos (3/4) de seus eleitores afirmam que sua decisão é definitiva. O candidato do PSL melhorou ainda mais seu desempenho entre os homens, entre as classes de maior renda e nas regiões sul e centro-oeste. Se o ataque sofrido por ele não foi suficiente para conquistar novos

segmentos de eleitores, serviu perfeitamente para consolidar o eleitorado conquistado. A rejeição a Bolsonaro oscilou um ponto para cima (44%, a mais alta, 14 pontos à frente do segundo colocado), mas ele melhorou o desempenho nas simulações de segundo turno em 2 ou 3 pontos porcentuais, a depender do cenário. A maior dúvida, no momento, é como o eleitor reagirá à internação prolongada de Bolsonaro. Se até o momento ele se beneficiou disso, a partir de agora, poderão surgir dificuldades, tanto pela não realização de atividades de campanha quanto por especulações sobre seu real estado de saúde

ALCKMIN QUASE FORA DO JOGO

Geraldo Alckmin enfrenta o pior momento, até agora, de sua candidatura. Ele não só não cresceu, como oscilou um ponto para baixo. A consolidação dos votos de Bolsonaro joga por terra a tentativa do tucano de reconquistar os tradicionais votos do PSDB em disputas anteriores: entre eleitores com renda superior a 10 salários mínimos, o tucano fica com somente 4%; entre aqueles com ensino superior, ele tem 5%; na região centro-oeste, ele tem 7%. Seu voto espontâneo ainda está em 3%, e boa parte de seus eleitores admite mudar o voto até a eleição. A estratégia do tucano de atacar Bolsonaro e aumentar a rejeição do antagonista para, em seguida, apelar ao voto útil – apresentando-se como único nome capaz de impedir a volta da esquerda ao poder – não funcionou. A facada a Bolsonaro paralisou a campanha por alguns dias e ajudou a consolidar os votos do candidato do PSL. O tucano não conseguiu se beneficiar do seu grande tempo de televisão e o apelo ao voto útil é ineficaz para um candidato que mal consegue ultrapassar os dois dígitos nas pesquisas. Aos olhos de hoje, somente um acontecimento novo, como o agravamento do estado de saúde de Bolsonaro, poderia apoiar o tucano a crescer.

HADDAD CRESCEU E DEVE CONTINUAR EM ASCENSÃO

A pesquisa também confirma que a transferência de votos de Lula para Haddad está acontecendo, e em ritmo acelerado. Haddad assumiu a segunda colocação, empatado com Ciro Gomes. Na pesquisa espontânea, o petista atinge 8%. Seu eleitorado é o mais convicto (ao lado de Bolsonaro): três quartos (3/4) de seus eleitores dizem que não mudarão o voto. Haddad cresceu no Nordeste, onde alcançou 20% – acima de Ciro, com 18%. Contudo, na região em que metade do eleitorado afirma votar com certeza em um candidato apoiado por Lula, ainda há espaço para novo crescimento. Na região, um terço (1/3) dos eleitores não conhece Haddad e um quarto (1/4) não escolhe nenhum candidato, mesmo na pesquisa estimulada. Entre os eleitores de menor renda e aqueles que possuem somente o ensino fundamental, eleitorado tradicional de Lula, Haddad tem somente 16% e 14% dos votos, respectivamente. Também dentre esses segmentos, metade dos eleitores afirma que escolheria certamente um candidato apoiado por Lula. Por serem parcelas bastante representativas do eleitorado, é provável que a ascensão de Haddad continue nas próximas pesquisas. A estratégia arriscada de Lula está funcionando. Haddad tem palanques estaduais competitivos, sobretudo no Nordeste, e está sabendo utilizar seu tempo de televisão (o segundo maior, depois da coligação do PSDB) para se fazer conhecido do eleitor. Não é impossível que o candidato do PT termine o primeiro turno com patamar superior a 20% dos votos.

CIRO FICA ESTÁVEL, MAS TERÁ DIFICULDADES

Ciro Gomes permaneceu no mesmo patamar. O candidato do PDT oscilou dois pontos para baixo no Nordeste, tendo sido ultrapassado por Haddad. Ciro cresceu na região nas últimas semanas muito em razão do desconhecimento, por parte do eleitor, do nome apoiado por Lula. Daqui para frente, à medida que Haddad se torne conhecido, a eleição ficará mais difícil para o candidato do PDT. No Nordeste, parece razoável supor que a máquina do PT trabalhe para impulsionar a candidatura de Haddad. A seu amparo, Ciro conta uma taxa de rejeição baixa e o melhor desempenho nas simulações de segundo turno, nas quais derrotaria os adversários. Por isso, Ciro faz apelo ao voto útil ao se expor como melhor nome para derrotar Bolsonaro, o candidato mais rejeitado pela população. Não por acaso, o melhor desempenho do candidato do PDT se dá entre os mais jovens e eleitores de renda mais alta e ensino superior. Ele está em melhores condições que Alckmin, mas, ainda assim, é improvável que consiga superar o candidato do PT e ir ao segundo turno. Somente uma improvável atração do eleitorado de centro teria possibilidades de impulsionar sua candidatura.

MARINA É TRAGÉDIA ANUNCIADA

Marina Silva continua em trajetória de queda. Conforme a expectativa, a frágil estrutura partidária e o baixo engajamento de seu eleitorado revelaram-se bons antecedentes para prever a queda da candidata. Marina herdava boa parte dos votos dos eleitores de Lula entre os mais pobres e no Nordeste. A queda de Marina nesses segmentos se dá de forma concomitante ao crescimento de Haddad. No entanto, a redução dos votos da candidata da Rede é generalizada e ocorre em praticamente todos os segmentos.

SEGUNDO TURNO: HADDAD X BOLSONARO

O cenário apresentado pela pesquisa Datafolha evidencia que Bolsonaro conseguiu consolidar seus votos, ainda que não tenha conseguido se mostrar competitivo entre os mais pobres, entre as mulheres e entre os eleitores do Nordeste. O candidato do PSL apresenta voto cristalizado, o que dificulta as chances de perder votos para Alckmin. Hoje, só um acontecimento novo, que atinja negativamente Bolsonaro, pode tornar

Alckmin competitivo. A transferência de votos de Lula para Haddad mostra-se eficaz e há espaço para que essa tendência continue já que boa parte do tradicional eleitorado do ex-presidente ainda não escolhe Haddad. Ciro não é um nome a ser desprezado, mas apresenta pouco espaço para crescer à medida que o candidato do PT se torne conhecido. Marina Silva está fora do jogo. Nesse cenário, se novas surpresas não acontecerem, o segundo turno deverá ser entre Haddad e Bolsonaro. A principal incógnita, nesse momento, é acerca do estado de saúde de Bolsonaro e da reação do eleitor a isso.

QUEM VENCERÁ

A disputa de um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad deverá ser apertada de ajustamento com as pesquisas, que mostram empate técnico. É relevante avaliar, contudo, que o candidato do PT ainda é conhecido por somente 71% do eleitorado. O grau de conhecimento de Bolsonaro chega a 88%. O desconhecimento de Haddad é maior entre as camadas menos favorecidas. É natural que Haddad melhore seu desempenho, à medida que se torne mais conhecido, e que a transferência de votos aumente.

A rejeição a Bolsonaro é a mais alta entre os presidenciáveis e se mostra consolidada. Haddad tem rejeição mais baixa, mas em ascensão. A rejeição ao PT é elevada. Na última pesquisa Datafolha da qual participou, a rejeição a Lula era de 34%, a maior depois de Bolsonaro. No entanto, ela segue trajetória de queda: chegou ao recorde de 57%, em 2016, caindo para 34%, em agosto de 2018. Da mesma forma, de abril de 2017 a agosto de 2018, Lula ampliou sua liderança sobre Bolsonaro em 10 pontos: 52% a 32%. Ainda que não haja transferência total de votos para Haddad, é razoável supor que ele deverá ser o maior herdeiro dos votos do ex-presidente. Quando questionados, 48% dos eleitores admitem votar em candidato apoiado por Lula, enquanto 49% rejeitam a possibilidade. Bolsonaro precisará reduzir sua rejeição e conquistar eleitores de camadas menos favorecidas, além de reduzir seu gap de gênero. Sem isso, sua eleição será improvável. Além disso, o candidato do PSL precisará sobreviver à máquina de propaganda do PT, que se mostrou eficaz contra Marina Silva e Aécio Neves em 2014. Será outro desafio. Embora a disputa mostre-se aberta, no cenário atual, o favoritismo parece ser do candidato do PT.

Ribamar Rambourg
Coordenador de Análise Política da Genial Investimentos

 

As 3 melhores opções para pôr na lancheira de seus filhos

O simples acontecimento de que as crianças devem ir à escola todos os dias envolve um desafio significativo para os pais na hora de repensar várias vezes como fazer para que se alimentem de forma variada e saudável. Mas não se preocupe, neste artigo oferecemos as 3 melhores opções para pôr na lancheira de seu filho.

 

Nesse sentido, uma das responsabilidades mais importantes de qualquer pai, como você que lê este artigo, é saber o que seus filhos comem. Você deve garantir que sua dieta atenda aos padrões mais altos de nutrição.

Sem dúvidas, não é uma tarefa fácil de alcançar e muito menos agradável, em alguns casos pode ser um problema que devemos enfrentar.

Sendo assim, aqui no MCS compreendemos que fatores como o estresse, preocupações e outras múltiplas variáveis podem te afetar, por isso oferecemos algumas ideias com as melhores opções para que você ponha na lancheira das crianças.

Você descobrirá que é possível combinar receitas que tenham ingredientes altamente valorizados em termos de nutrição e que não perdem em sabor. Afinal, o relevante é que as crianças comam o que você oferecer a elas e cresçam saudáveis e fortes.

Agora, para ter à sua disposição as melhores opções para a lancheira de seus filhos você deve ensiná-los que não é errado comer um doce, ou inclusive que não é um problema não sentirem aquela preferência por vegetais, mas que de modo nenhum devem pular a merenda.

Por outro lado, se for você o responsável por fazer a lancheira de seu filho, estará ciente do que ele come e evitará o risco de intoxicação, má nutrição ou obesidade. Lembre-se, essas condições se manifestam nos primeiros anos de vida e a ideia é erradicá-las completamente.

Finalmente, só nos falta agora te ensinar como preparar e usar as melhores opções para a lancheira dos pequenos. E fique tranquilo porque você não encontrará nada complicado ou muito rebuscado por aqui. Nós sabemos que a praticidade e o sabor são necessários e indispensáveis nessas ocasiões. Confira!

As melhores opções para a lancheira de seus filhos

1. Abacaxi recheado com frutas e iogurte

Esta receita é deliciosa e não é complicada de seguir. Além disso, ao colocá-la como opção de lanche para seus filhos estará cumprindo com a porção de frutas e doces da tabela de uma alimentação balanceada.

Conheça essas 5 razões para beber água de abacaxi

Merenda de abacaxi é boa opção para levar na lancheira

Ingredientes

  • 1 abacaxi pequeno sem casca (300 g)
  • ½ xícara de uvas roxas (75 g)
  • 2 fatias de manga madura (150 g)
  • 3 fatias de melancia (175 g)
  • 1 fatia de laranja sem sementes (60 g)
  • 1/2 xícara de morangos (300 g)
  • 1 recipiente de iogurte base (125 ml)
  • 2 colheres de sopa de açúcar (30 g)

Preparo

  1. Comece lavando muito bem todas as frutas, em seguida, escorra e reserve.
  2. Comece com o abacaxi: corte pela metade, remova a casca, extraia a polpa e reserve.
  3. Com as demais frutas você vai fazer o mesmo e depois cortá-las em forma de dados.
  4. Leve o abacaxi ao liquidificador com um pouco de água e açúcar, e então triture muito bem.
  5. Em seguida, despeje o conteúdo nas frutas picadas e misture bem.
  6. Finalmente, coloque tudo em um frasco e estará pronto. Atenção, você pode incluir o iogurte e misturar ou deixar a parte para que seu filho escolha como comer.

2. Sanduíche de frango

Esta opção para abarrotar a lancheira é muito saudável e eficaz para aliviar a fome que possam ter entre as refeições principais. Também é positiva porque é capaz de saciá-los e mantê-los fortes.

Ingredientes

  • 2 fatias de pão de forma
  • 1 filé de peito de frango desossado
  • 1 fatia de tomate vermelho
  • 3 folhas de alface fresca
  • 4 tiras de queijo muçarela

Preparo

  1. Como você pode inventar, esta opção é muito simples de fazer e pode ser preparada em apenas 5 minutos (ou menos).
  2. Você só tem que colocar as fatias de pão e ir montando na ordem que você quer os ingredientes.
  3. De preferência, seria ideal que uma vez formado o sanduíche fosse colocado por alguns minutos na sanduicheira. Tudo depende do seu gosto.

3. Purê de banana madura

Entre as melhores opções para a lancheira das crianças já mencionamos as frutas, as comidas mais salgadas e agora é a vez deste prato imbatível. Você vai ver que é uma opção cheia de vitaminas, minerais como potássio e carboidratos bons, necessários para repor a energia das crianças.

Confira esses Bolinhos recheados com queijo e banana madura

A banana é uma boa opção para a lancheira de seus filhos

Ingredientes

  • 3 bananas maduras
  • 1 xícara de água (250 ml)
  • 1 xícara (100 g) de muçarela (100 g)
  • 2 colheres de chá de manteiga (25 g)

Preparo

  1. Em uma panela com água coloque as bananas picadas com suas cascas e ponha para ferver.
  2. Uma vez que estiverem mais moles, tire-as da água, escorra e retire as cascas.
  3. Finalmente, com a ajuda de um garfo, amasse-as até obter um purê.
  4. Adicione o queijo e a manteiga e misture tudo muito bem. Sirva na lancheira e pronto!

Casal reconhece a importância do Corretor após Cooperativa de Proteção Veicular não prestar serviço na hora do sinistro

 

Carro batido

O telejornal Bom Dia Tocantins apresentou, na última terça-feira (2), uma matéria sobre um casal que foi prejudicado ao contratar o serviço de uma cooperativa de proteção veicular. Segundo a reportagem, Ana Lúcia Martinez e seu marido sofreram um acidente automobilístico, em Palmas, cerca de três anos atrás.

“O problema começou ali mesmo, no local do acidente, na hora de pedir o guincho. Acabaram sendo dois guinchos, um que nós tivemos que pagar porque a seguradora (sic) não queria mandar, já que passava das 18h”, relatou Ana Lúcia.

À repórter, ela contou que, após um impasse, a cooperativa enviou o guincho e rebocou o automóvel do casal. O combinado era levar o veículo para uma oficina na município e, no dia seguinte, encaminhá-lo para Goiânia. “Mas não foi o que aconteceu. Eles enviaram (o automóvel) para Gurupi e nos informaram que estava em Goiânia. E o automóvel ali foi ficando, um mês, dois meses, três meses. E nós sem notícia, se ia dar perda total ou não”, disse

Arrependida pela contratação do serviço, a assistente jurídica diz que aprendeu a lição. “Meu marido trabalhava em um escritório e essa empresa foi até lá e prometeu tudo que uma seguradora tradicional oferece. Hoje eu instruo quem me procura a pegar citação, a procurar um corretor, que é um profissional muito relevante nessas horas. O arrependimento é muito grande, às vezes a gente procura o que é mais barato e isso acaba saindo muito mais caro”, concluiu.

Confira no link https://globoplay.globo.com/v/7058286/ a reportagem completa.

Servidores vão ao STF brigar pelo reajuste de salário para 2019

Servidores públicos federais iniciaram nesta segunda-feira, 3, uma batalha jurídica contra o adiamento do reajuste salarial previsto para 2019. Depois de idas e vindas, o presidente Michel Temer editou uma medida provisória, publicada no ‘Diário Oficial’ de sábado, que adia em um ano o aumento previsto para 209 mil funcionários civis da ativa e mais 163 mil aposentados. O governo espera economizar R$ 4,7 bilhões com a medida.

As duas associações entraram com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o adiamento e outras seis já se preparam para questionar a medida judicialmente. Para dar mais peso aos recursos, sindicalistas também conversam com confederações e partidos políticos para que encabecem ações.

Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social (ANMP) foi a primeira a ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a MP, seguida pela Ato ou efeito de unir Nacional dos Auditores e Técnicos Federais de Finanças e Controle (Unacon). A primeira ação foi sorteada para ser apreciada pelo ministro Ricardo Lewandowski e a segunda, por Luiz Fux.

As associações argumentam, no entanto, que Lewandowski, responsável por dar liminar suspendendo o adiamento do reajuste de 2018 para 2019, seria o “magistrado natural” para julgar as novas ações por não ter colocado a liminar do ano passado para ser apreciada pelo plenário.
Em outra frente, os servidores já iniciaram o corpo a corpo com parlamentares para convencê-los a não apoiar a medida. Também estão sendo preparadas manifestações e não estão descartadas paralisações.

“Ingressamos imediatamente com nossa ação porque já há uma decisão do STF sobre matéria idêntica. Não faz sentido o governo insistir em algo que já foi rechaçado pelo STF”, afirmou o presidente da (Unacon) e do Fórum Nacional das Carreiras de Estado (Fonacate), Rudinei Marques.
A Unacon argumenta que, como a atual proposta de adiamento reproduz literalmente o texto da medida que foi barrada por Lewandowski, a impugnação anterior deve ser automaticamente aplicada à nova MP.

“A conduta adotada pelo chefe do Poder Executivo, além de configurar nítido desrespeito à imperatividade das ordens judiciais, empresta total descrédito ao órgão de cúpula do Poder Judiciário, de modo que deve ser urgentemente revista”, acrescentou o sindicato, na ação.
Marques destacou ainda que o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2019 enviado ao Parlamento mantém a previsão do reajuste. No entanto, conforme explicação do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, dada na semana passada, trata-se de uma preocupação, caso a MP não seja aprovada.

“Foi uma medida de prudência, conservadorismo e cautela na elaboração do Orçamento. Caso a MP não seja aprovada, nós já enfrentamos a questão de preparar o orçamento compatível com essa realidade”, explicou o ministro ao expor o Orçamento do ano que vem.

Ainda se preparam para ingressar na Justiça associações que representam os delegados da Polícia Federal (ADPF), peritos criminais federais (APCF), auditores fiscais da Receita Federal (Anfip), servidores da carreira do Planejamento e do Orçamento (Assecor), servidores do Ipea (Afipea) e analistas de comércio exterior (Aace). Juntas, representam 28.575 servidores.

Associações de funcionários de órgãos como Advocacia-Geral da Ato ou efeito de unir (AGU) e do Banco Central ainda avaliam os próximos passos, que também deverão incluir ações judiciais. A presidente da Associação Nacional dos Advogados da Ato ou efeito de unir (Anauni), Márcia David, avalia que, em uma ano eleitoral e com poucos projetos avançando no Congresso, poucas também são as chances de a MP ser convertida em lei.
“Não acredito que a MP tenha chance de prosperar. Os fundamentos para rejeição são os mesmos da anterior. Seria inconstitucional e uma sinalização muito clara de descumprimento de ajustamento por parte do Estado brasileiro”, completa o presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central, Jordan Pereira.

Fonte:Economia Estadão
Lorenna Rodrigues, Eduardo Rodrigues e Amanda Pupo

Sou jovem preciso mesmo de um seguro de vida?

O jovem de hoje em dia é mais conectado e preocupado com questões que antes cabiam somente para os mais velhos. Investimentos, poupança, Tesouro Direto, aplicações, se tornaram assuntos acessíveis e de interesse desse público. Porém, o jovem que está interessado com seu patrimônio deveria preocupar-se também em ter um seguro de vida. Afinal, este é fundamental para a garantia de tranquilidade para todas as fases da vida.

A juventude é a fase que muitos dos nossos sonhos começam a ser construídos. Viagens, intercâmbio, automóvel, moradia própria e estudos são alguns dos planos mais comuns. Além de trabalhar e planejar bem essas etapas, sempre há o risco do imprevisto, e para garantir a tranquilidade é preciso uma ferramenta de proteção.

O seguro de vida é uma excelente proteção para o seu porvir, visto que ele preserva a continuidade dos seus planos por meio de coberturas em casos de acidentes, doenças graves, internações hospitalares, etc.